22 de agosto de 2011

Tutorial 1 - Paula Fernandes


   Quem me conhece sabe que sou louca por maquiagem, e como não poderia deixar de ser, gostaria de compartilhar o pouco que sei sobre o assunto.
   Nunca fiz nenhum curso, nem sou uma “expert”, mas acho que dou pro gasto...hahahaha! =)



   O meu primeiro tutorial é inspirado na Make usada por Paula Fernandes no show de seu DVD.

   Pele preparada com: limpeza, hidratante, corretivo e base.



  • Aplico o Prime (Contém 1g) e uma sobra amarelada (não dá pra ver a real cor, porque a imagem está ruim...mas é um tipo ouro) por toda a pálpebra (Pincel:M.A.C. 213)
  • Aplico um sobra Mineral Line (Super baratinha...uns R$5,00 cada) ouro envelhecido (mesmo pincel)
               
  • Aplico um pouco de iluminador na parte interior dos olhos e abaixo da sobrancelha (para levantar o olhar)
  • Sombra marrom ( Paleta da Avon). Do centro do olho até o exterior. Esfumaçando traço e escurecendo o final.
  • O que mais me chama atenção nessa maquiagem é a aplicação do delineador, já que ele tem o traço “mais gordinho” e puxado no final. De modo que a parte exterior do olho é quase que O DELINEADOR.


  • Finalizo a pele com Pó compacto: Tracta + Blush Avon
  • Aplico o meu cimentinho (Maybeline XX) para deixar minhas pestanas mais aparentes e depois o Super Shock da Avon (testando...)
  • Lápis.
  • E por fim um Gloss “quase nude” da Lâncome. (a boca de P.F. está super discreta...)

Então é isso...acho que se não ficou igual, pelo menos ficou uma maquiagem bonita.

21 de agosto de 2011

Interpretação: Efeitos da Crítica


“A crítica dos outros só poderá trazer-lhe prejuízo se você consentir.” (Emmanuel)

 
 Neste mundo onde as aparências contam mais do que aquilo que somos na essencialidade, aprendemos e corroboramos para o crescimento da importância da opinião alheia.
 
  Diversas vezes,  nos impedimos de agir com bondade e honestidade por acharmos que não  condizíamos com aquilo que esperavam de nós. Desta maneira, criamos uma casca ao nosso redor: onde as atitudes são nada mais que ações falsas, ficando os nossos sentimentos e espiritualidade resumidos ao “círculo-pensamento-ideologia”, e só.
 
  Com tamanha importância da opinião alheia, do que somos ou aparentamos, nos deparamos, incontáveis vezes, com situações indesejadas. Defeitos explicitados, apontados por aqueles que tanto tentamos agradar ou por aqueles que tentamos nos esconder.

   O que fazer? Como proceder diante de tais situações?

  No meio de tais, muitos de nós (me incluo nesse contexto), enviamos apenas aquele sorriso falso, tal qual: “eu entendo”, “ mudarei”, “ não concordo, mas não vou discutir com você” ou ainda, partimos para o ataque e começamos a enumerar os defeitos que o outro também tem.

  Entretanto, independente de nossa reação negativa, guardamos dentro de nós uma mágoa profunda... um ressentimento que nos corroi  e que, inúmeras vezes, nos deixa em um estado de paralisia, repetindo a nós mesmos que o outro achou uma coisa desagradável em nós. Isso nos incomoda e não nos engrandece, muito pelo contrário, nos diminui.

  Quanta imaturidade a nossa...

  O fato é que todos os nossos atos – pensamentos trarão conseqüências, sejam elas positivas ou negativas. Muitas vezes o outro, ao citar um defeito nosso, criticar nossas más inclinações nos faz um favor, mas que pela nossa prematuridade moral, ainda não compreendemos e aceitamos.

  Por quê ainda não conseguimos analisar tal evento como uma oportunidade de crescimento, de aprimoramento espiritual? ou ainda, se levarmos para o aspecto mais fútil da coisa, de uma mudança de cabelo, de roupa que nos fará melhor? que nos ressaltará pontos mais “embelezantes”?
 
  Meus amigos... é tão fácil falar, mas como é complexo aceitar aqueles que nos dirigem palavras desconfortáveis e transformar estas em instrumento edificante...
 
  A frase de Emmanuel nos traz uma reflexão profunda quanto a nossa capacidade de nos deixarmos influenciar pelo exterior e ainda, das modificações pessoais positivas que poderíamos fazer se soubéssemos usar a crítica alheia como o “tijolo” para construirmos o nosso templo interior exteriorizado.
 
  Essa frase, tão pequenina, nos remete ainda ao compromisso, a responsabilidade que cada um tem sobre seus pensamentos e atitudes. Afinal, o sofrimento, a auto destruição é opcional.


19 de agosto de 2011

Na Minha Bolha

    
     E aquela que achava que o “Universo Blogueiro” não passava de uma futilidade para aqueles que não tinham nada melhor para fazer, acaba por fazer parte do mesmo.
     Será que acabo por me identificar por um ser fútil, com nada melhor pra fazer? Ou acabo de modificar idéias concebidas sem a maior fundamentação?
      Os dois.
     Blog é mais que futilidade. É, definitivamente, um instrumento eficaz para dividir pensamentos, realidades, conceitos e tendências.
     E desta maneira, aqui estou! Buscando dividir o que sei e, como não e por que não, o que AINDA não sei.
     Na Minha Bolha, nome sugestivo para aquele espaço em que cada um pode ser o seu “EU”. Sem preconceitos, sem restrições, sem apelos e sem fingimento. SER (e ponto).

.....

     "Thays" em sua bolha:
    
     Geniosa, Vaidosa, Atenta a tudo e todos (Cuidado! Hahahahaha), ainda esgoísta, super criativa e atenciosa.
     Libriana (super romântica, mas que foge a regra feminina nesse conceito de romantismo), Paraibana mas com espírito baiano.
     Espírita desde os 9 anos, filha de pai católico e mãe espírita; entretanto, cheia de conflitos existenciais. Afinal, ter consciência das conseqüências das atitudes individuais e coletivas, mas mesmo assim, não conseguir se modificar nessa “luta” pela evolução não é nada fácil.
      Fútil quando o tema é maquiagem, moda, viagens...mas que abre o coração e mente quando o assunto merece ser tratado com respeito e profundidade.
     E assim, dentro dessa bolha de espiritualidade, futilidade e direito (sim...terminei a faculdade de Direito e por isso esse assunto é intrínseco ao meu cotidiano) eu me resumo (ou não) e também quanto ao objeto-assunto do meu Blog.