11 de setembro de 2011

Interpretação: A dor


"Tenho-vos dito isto,para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo;eu venci o mundo. (Jesus)

"Deus não lhe dá mais do que você pode carregar." (Jesus)

"Aquele que crê em mim nunca estará sozinho."(Jesus)


     Durante a palestra ministrada por nossa irmã Rafaela (Seja) no Centro Espírita que eu freqüento (Leopoldo Machado), na qual a mesma tratava da “Adoração : A-dor-ação”,  muitas reflexões acerca do  tema exposto vieram a minha mente.

      Porque, mesmo após de tantas explanações e conhecimentos (claro que ainda possuo muito a aprender) ainda não consigo lidar com os mais simples infortúnios?
    Porque, na maioria das vezes me coloco como vítima em uma situação que sei que SOU a responsável?
       Porque ainda me questiono o “porquê” e não o “pra quê” ?

      E respostas vieram muito rapidamente: “Somos humanos e estamos na estrada do progresso. Muito temos a aprender. Todos nós!”

     De fato, tais expressões acalmaram meu coração. Contudo, nada impediu que palavras ditas durante a oratória daquela antes mencionada, fixassem em minha mente.

      A dor, como muito bem explicitada pela palestrante da tarde, é fruto de nossas escolhas e não apenas uma sanção de Deus por nossos pecados. Muito embora, diversas vezes, o “sofrimento” é fruto da misericórdia divina para que possamos crescer como seres humanos e espíritos eternos.

     Quantos de nós já ficamos sabendo ou vivenciamos um fato em que, durante um processo de perda extrema (filho, pais, maridos...), nos deparamos com pessoas que “deram a volta por cima”, retirando forças de onde achava impossível e se tornaram pessoas extremamente elevadas?

     São nos momentos de desespero que nos aproximamos de Deus, do nosso anjo da guarda... e de todos aqueles que verdadeiramente apreciam nossa existência e querem o nosso progresso.

    Portanto, que possamos nos aproximar do criador independente dos infortúnios diários. Afinal, nunca estamos sozinhos.

     Acredito que inúmeros são os comentários a serem feitos quanto ao assunto, contudo, gostaria apenas de deixar que a cabecinha de cada um pudesse ser a “maquina pensante” que é, e fizessem as próprias reflexões.

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